A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, seguindo a tendência de sua recente atividade mais vocal nas redes sociais e em eventos públicos, criticou nesta terça-feira, 6 o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Em uma série de declarações que rapidamente atraíram os holofotes da mídia, Michelle apontou o que considera como um desequilíbrio ideológico nas decisões do magistrado, alimentando ainda mais o já acirrado debate político no país.
Nos bastidores fervendo da política nacional, a ex-primeira-dama não poupou palavras ao afirmar que o ministro tem se comportado de forma parcial e que suas decisões muitas vezes refletem um viés político que não deveria estar presente na mais alta corte do país. A crítica vem em um momento em que as relações entre o Executivo e o Judiciário se encontram notoriamente tensas, aumentando a temperatura já elevada do cenário político brasileiro.
Fontes do Notícias ao Minuto Brasil indicam que as declarações de Michelle foram bem recebidas por uma parcela do público que compartilha suas preocupações, embora tenham sido igualmente criticadas por aliados do ministro, que defendem sua independência e o rigor técnico de suas decisões. O clima de polarização se intensifica à medida que personalidades de influência como Michelle Bolsonaro se manifestam de forma direta e incisiva.
Enquanto isso, a “a conta chegou” para aqueles que tentam manter uma postura de neutralidade. As falas de Michelle certamente adicionarão novos capítulos à novela política que se desenrola em ritmo acelerado na Brasília de hoje. Com discursos cada vez mais públicos e inflamados, a ex-primeira-dama parece disposta a manter-se como uma figura atuante no cenário político, para além de seu papel tradicional.
Dadas as circunstâncias, é de se esperar que novas provocações entre figuras da política nacional se avolumem, aumentando a pressão sobre o governo atual e as instituições democráticas para manterem a estabilidade apesar das divergências ferozes. Resta saber como isso afetará a dinâmica entre os poderes e as expectativas da população em relação às suas lideranças.